//// SONIDO BUENO ////

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Pagode Jazz Sardinha’s Club – Sardinhas 2 novembro, 2009

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O Sardinha’s Club nasceu em 1997 trazendo uma mistura inovadora que une choro, jazz , funk, samba e jongo , ritmos que os cariocas abraçaram em seus corações.

 

O nome faz uma homenagem ao Beco das Sardinhas, um tradicional ponto de boemia carioca (no centro de cidade) especializado em sardinhas na brasa.

Nesses dez anos o grupo se apresentou em festivais internacionais como o Mercado Cultura / III Strictly Mundial, em Salvador, no Festival Nuits de Brésil, em Sanary-sur-Mer, sul da França,na Fete de la Músic em Paris, e em todo o Brasil, além participar de eventos e shows com convidados especiais como Elza Soares, Johnny Alf, Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara, Nelson Sargento e Roberto Silva.

Seu primeiro cd foi lançado em julho de 1999 e distribuído pela Rob Digital, o CD de estréia Sardinha’s Club, foi considerado um dos grandes lançamentos do ano pela imprensa e pelo meio musical. Três meses depois foi licenciado para lançamento no Japão pela Nippon Crown Records.

Em 2001 foi premiado participando do CD Rumos Musicais 99 (Instituto Itaú Cultural), que inclui duas faixas do grupo gravadas ao vivo: Transmestiço e Maxixe, Paizinho.

Em 2004 lançou Sardinhas, com a participação de Zeca Pagodinho, e recebeu o premio Tim de Melhor Grupo Instrumental. Esse disco foi aclamado pela crítica especializada e pelo meio artístico.

O grupo, que é composto por Edson Menezes (baixo), Eduardo Neves (flauta e sax), Xande Figueiredo (bateria), Bernardo Bosísio (violão), Roberto Marques (trombone), Marcos Esguleba (percussão) e Rodrigo Lessa (bandolim e bandara).

(…)Além disso, o Sardinha’s Club participou dos CD Trombone do Brasil (de Roberto Marques), É o Violão do Brasil (de Gabriel Improta) e Fora do Esquadro, de Rodrigo Lessa.”

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01. Chave de Cadeia +++C
02. Clube Savana
03. Pagode Jazz Sardinha’s Club ////PLAY////
04. Samba Castiço
05. Joana Francesa
06. José do Egito
07. O dia em que Ela chegou
08. Suíngue Envolvente
09. Gente da Ilha
10. Maxixe, Neném
11. Choro Transgênico
12. Chorinho de Gafieira
13. Não Sou Mais Disso – Faixa Amarela – O Feijão de Dona Neném
14. Mar

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Graveola e o Lixo Polifônico 14 junho, 2009

Filed under: graveola e o lixo polifônico — sonidobueno @ 10:27 pm
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folderGraveola e o Lixo Plolifônico segundo eles próprios:

Graveola e o lixo polifônico é uma oficina de experimentação, uma caixa de possibilidades poético-sonoras.

São improvisadores capengas, falsários poliformes: tudo é referência na colagem musical do grupo. Das aproximações insólitas, o choque. Reagem os nomes: estética do plágio, pós-tropicalismo, culinária sonora, barroco-beat.

Para além dos inúmeros rótulos auto-intitulados, mais importa a fertilidade plástica das imagens da lixofonia, o infindável e redobrável slogan que lhes constitui a lírica.

Dos sotaques refinados ao kitsch, o lixo polifônico sequestra a legibilidade vomitada do pop e incorpora tudo ou qualquer coisa como ferramenta sonora, mistura o fino e o grosso a ponto de torná-los indistinguíveis. “Eis o liquidificador, o totem”.

FONTE

Graveola e o Lixo Plolifônico foi uma das melhores bandas nacionais que ouvi em 2009 e não pensei duas vezes antes de publicar este CD aqui no Sonido Bueno.

Ouça e deixe sua opnião nos comentários!

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1

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01. Outro Modo
02. Suprasonho ////PLAY 1////
03. Samba de Outro Lugar
04. Antes do Azul (Papará)
05. Amaciar Dureza
06. Ensolarado
07. Dois Lados da Canção
08. Do Alto
09. O Quarto 417 (as aventuras de Dioni Lixus)
10. Benzinho
11. Insensatez: a Mulher Que Fez ////PLAY 2////
12. Chico Buarque de Hollanda vai à Copa de 2006
13. Cidade

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Fino Coletivo 6 janeiro, 2009

Filed under: fino coletivo — sonidobueno @ 5:36 pm
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É sempre bom ouvir bandas novas e boas, e a banda Fino Coletivo se encaixa perfeitamente nestes dois quesitos.

Uma união inusitada entre Alagoas e Rio de Janeiro é a trama de sete músicos.

A história da banda começou em meados de 2005, após encontro dos alagoanos Wado e Alvinho Cabral, do projeto “Wado e Realismo Fantástico”, com o compositor carioca Marcelo Frota, o Momo.

Passada uma fase de troca de experiências entre a dupla nordestina e o músico carioca, surgiu então a idéia do trio juntar suas turmas. Wado e Cabral apresentaram ao grupo Adriano Siri, da banda Santo Samba. Marcelo levou o também carioca Alvinho Lancellotti, compositor e parceiro de longa data.

Estava formado o quinteto, num caso de afinidade à primeira vista. As composições surgiram com naturalidade, até o despertar de uma nova empreitada.
Com um repertório inédito e inovador nas mãos, era preciso convocar mais dois amigos: o baixista Daniel Medeiros, também responsável pelas programações, e o baterista Marcus Coruja.

Depois de azeitar o repertório e sonoridade em apresentações no eixo Rio-São Paulo, a banda sentiu-se à vontade para a gravação do disco de estréia, homônimo, lançado em abril de 2007 pela DUBAS.

São doze músicas inéditas, de composição própria, e parcerias com Ivor Lancellotti e Totonho dos Cabra. O CD conta ainda com participação especial de Domenico Lancellotti, do projeto “+2”.
Por conta de projetos pessoais Wado e Marcelo Frota não estão mais na banda, porém continuam presentes nas composições.

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01. Boa hora
02. Tarja Preta – Fafá
03. Dragão
04.  Na maior alegria
05. Partiu partindo
06.  Uirapuru
07. Mão na luva
08.  Uma raíz, uma flor ////PLAY////
09. Poema de Maria Rosa
10. Hortelã
11.  Tempestade
12. Medo da briga

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Orquestra Imperial – Carnaval só ano que vem 26 setembro, 2008

Filed under: orquestra imperial — sonidobueno @ 11:34 am
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Orquestra Imperial é uma Big Band brasileira, formada em 2002. Com o objetivo de formar uma orquestra típica de gafieira, o grupo reúne de nomes notáveis da cena pop carioca, como Rodrigo Amarante (do grupo Los Hermanos), Moreno Veloso, Domenico e Kassin (Do projeto +2), Nina Becker, Thalma de Freitas (Atriz da Rede Globo), Rubinho Jacobina (irmão de Nelson Jacobina, parceiro de Jorge Mautner) a já experientes músicos como o compositor da Império Serrano, cantor de samba e baterista Wilson Das Neves. A orquestra conta ainda com: Berna Ceppas, Rodrigo Bartolo (que toca com o Duplexx), Pedro Sá (guitarrista de Caetano Veloso, baixista no +2), Bidu Cordeiro (que acompanha o Paralamas do Sucesso, Reggae B e 3B Rio). Outro parceiro nas apresentações vem sendo o DJ Marlboro, que ganhou o título de “DJ oficial da Orquestra Imperial”.

Gravado e mixado em 15 dias, a qualidade do som do disco impressiona. Principalmente levando-se em conta que foi gravado ao vivo, inclusive os vocais, com apenas alguns metais e detalhes sendo gravados posteriormente.

Resumindo…IMPERDÍVEL!!!

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01. O mar e o ar
02. Não foi em vão
03. Ereção
04. Jardim de Alah
05. Rue de mes souverirs
06. Yarusha Djaruba
07. Era bom ////PLAY////
08. Salamaleque
09. Ela rebola
10. De um amor em paz
11.Supermercado do amor

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Cartola – Os dois primeiros discos (1974 e 1976) 25 setembro, 2008

Filed under: cartola — sonidobueno @ 11:20 am
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Considerado o maior sambista da história por diversos músicos, Cartola nasceu no Rio e passou a infância no bairro de Laranjeiras. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a mudar-se para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma pequena favela. Na Mangueira fez logo amizade com Carlos Cachaça e outros bambas, se iniciando no mundo da malandragem e do samba. Arranjou emprego de servente de obra, e passou a usar um chapéu para se proteger do cimento que caía de cima. Era um chapéu-coco, mas o apelido Cartola pegou assim mesmo. Com seus amigos do morro criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira, a verde-rosa, nome e cores escolhidos por Cartola, que compôs também o primeiro samba, “Chega de Demanda”.

Seus sambas se popularizaram nos anos 30 em vozes ilustres como Francisco Alves, Mário Reis, Silvio Caldas e Carmen Miranda. Mas no início dos anos 40, Cartola desaparece do cenário. Pouco se sabe sobre essa época além de que brigou com os amigos da Mangueira e que ficou mal depois da morte de Deolinda, a mulher com quem vivia. Especulou-se até que houvesse morrido. Cartola só foi reencontrado em 1956 pelo jornalista Sérgio Porto, trabalhando como lavador de carros. Porto tratou de promover a volta de Cartola, levando-o a programas de rádio e fazendo-o compor novos sambas para serem gravados.Em 1964 Cartola e a esposa Zica abriram um bar-restaurante-casa de espetáculos na rua da Carioca, o Zicartola, que promovia shows de samba e boa comida, reunindo no mesmo lugar a juventude bronzeada da Zona Sul carioca e os sambistas do morro. O Zicartola fechou as portas algum tempo depois, e o compositor continuou com seu emprego publico e compondo seus sambas. Em 1974 gravou o primeiro de seus quatro discos solo, e sua carreira tomou impulso de novo com clássicos instantâneos como “As Rosas Não Falam”, “O Mundo É um Moinho”, “Acontece”, “O Sol Nascerá” (com Elton Medeiros), “Quem Me Vê Sorrindo” (com Carlos Cachaça), “Cordas de Aço” e “Alegria”. Ainda nos anos 70 mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até a morte.

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Disco 1

01. Disfarça e chora
02. Sim
03. Corra e olhe o céu
04. Acontece
05. Tive sim ////PLAY////
06. O sol nascerá
07. Alvorada
08. Festa da vinda
09. Quem me vê sorrindo
10. Amor proibido
11. Ordenes e farei
12. Alegria

Disco 2

01. O mundo é um moinho
02. Minha
03. Sala de recepção
04. Não posso viver sem ela
05. Preciso me encontrar
06. Peito vazio
07. Aconteceu
08. As rosas não falam
09. Sei chorar
10. Ensaboa
11. Senhora tentação
12. Cordas de aço

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Elza Soares – Vivo Feliz

Filed under: elza soares — sonidobueno @ 10:22 am
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Em seu disco anterior, Do Cóccix até o Pescoço, Elza Soares surpreendeu ao agregar funk, rap e beats eletrônicos ao seu repertório. O disco foi um dos melhores de 2002, mas encomodou puristas pela mistura. Sem se intimidar, acantora dá continuidade de forma radical às experimentações em Vivo Feliz, produzido por Arthur Joly, líder do projeto eletrônico paulistano Mugomango.

É um disco de música eletrônica, com toques de drum’n’bass (em Two Tac) ao dub jamaicano (em Volta por Cima), de Paulo Vanzolini, e na genial regravação de Computadores Fazem Arte do repertório Fred 04, do movimento Mangue Beat.

Em Opinião, samba de Zé Kéti, os metais evocam Grooves da Banda Black Rio, ícone do funk dos anos 70. Em Rio de Janeiro, a batida ganha adição de rimas de rap. Elza lembra Fernanda Abreu na faixa.

Vivo Feliz é um disco jovial, corajoso e, de quebra, traz uma bela música inédita de Nando Reis, Concórdia, gravada em dueto com o cantor. Elza Soares já era moderna nos anos 60, mas nunca foi tão ousada como neste trabalho em que reinventa seu canto sem nunca perder o tom da modernidade.

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01. Intro
02. Opinião
03. Eu gosto da minha terra
04. Rio de Janeiro
05. Volta por cima ////PLAY////
06. Somos todos iguais
07. Two Tac
08. Concórdia
09. Computadores fazem arte
10. Lata d’água

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Luiz Melodia – Estação Melodia 24 setembro, 2008

Filed under: luiz melodia — sonidobueno @ 5:36 pm
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Eu sei que não sou majestade. Não tenho, nem quero coroa. Eu quero é cantar na cidade”. Estes versos de O Rei do Samba (Miguel Lima/ Arino Nunes) talvez funcionem como uma síntese da atual fase de Luiz Melodia: em seu primeiro trabalho essencialmente como intérprete, ele busca, sem firulas ou intervenções modernosas, potencializar os sentidos da palavra cantada. Em Estação Melodia, a voz dialoga diretamente com seus interlocutores, sem intermediários. E quando este diálogo é movido a samba, as coisas fluem ainda com mais naturalidade.

Há seis anos, Melodia acalentava a idéia de um projeto sobre samba. Paralelo a isso, em meados de 2006, o cantor foi convidado para fazer um show especial em comemoração aos 70 anos do Teatro Rival. Focado em sambas de várias épocas, o espetáculo seria o embrião, por assim dizer, do disco. No carnaval deste ano, o repertório foi fechado e um desejo antigo começava a se delinear. Assim, cinco anos depois de seu último cd em estúdio, Melodia volta à cena com um trabalho de interpretação; que não deixa, em última instância, de ser também de composição: a assinatura que o cantor imprime às canções é tão particular, que perpassa a nítida impressão de co-autoria.

Conceitualmente, Estação é um mergulho estético e temático no samba dos anos 30, 40 e 50. O que não exclui canções de décadas posteriores, que aqui ganham a roupagem sonora “daquele tempo”. Com isso, o cantor Melodia brinca de cantar, cuja precisão vocal ganha ainda mais brilho associada à descontração característica do tema em questão. O compositor Melodia só aparece em uma faixa, a incondicional Nós Dois(em parceria com Renato Piau), cuja beleza dos versos evidencia o grande arquiteto de canções que neste disco prefere dar novo sentido às músicas alheias.

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01. Tive sim
02. Não me quebro a tôa
03. Dama ideal
04. Papelão
05. Rei do samba
06. Chegou a bonitona
07. Cabritada mal sucedida ////PLAY////
08. Recado que a Maria mandou
09. Nós dois
10. Choro de passarinho
11. Contrastes
12. Eu agora sou feliz
13. O neguinho e a senhorita
14. Linda Tereza

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