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Graveola e o Lixo Polifônico 14 junho, 2009

Filed under: graveola e o lixo polifônico — sonidobueno @ 10:27 pm
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folderGraveola e o Lixo Plolifônico segundo eles próprios:

Graveola e o lixo polifônico é uma oficina de experimentação, uma caixa de possibilidades poético-sonoras.

São improvisadores capengas, falsários poliformes: tudo é referência na colagem musical do grupo. Das aproximações insólitas, o choque. Reagem os nomes: estética do plágio, pós-tropicalismo, culinária sonora, barroco-beat.

Para além dos inúmeros rótulos auto-intitulados, mais importa a fertilidade plástica das imagens da lixofonia, o infindável e redobrável slogan que lhes constitui a lírica.

Dos sotaques refinados ao kitsch, o lixo polifônico sequestra a legibilidade vomitada do pop e incorpora tudo ou qualquer coisa como ferramenta sonora, mistura o fino e o grosso a ponto de torná-los indistinguíveis. “Eis o liquidificador, o totem”.

FONTE

Graveola e o Lixo Plolifônico foi uma das melhores bandas nacionais que ouvi em 2009 e não pensei duas vezes antes de publicar este CD aqui no Sonido Bueno.

Ouça e deixe sua opnião nos comentários!

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01. Outro Modo
02. Suprasonho ////PLAY 1////
03. Samba de Outro Lugar
04. Antes do Azul (Papará)
05. Amaciar Dureza
06. Ensolarado
07. Dois Lados da Canção
08. Do Alto
09. O Quarto 417 (as aventuras de Dioni Lixus)
10. Benzinho
11. Insensatez: a Mulher Que Fez ////PLAY 2////
12. Chico Buarque de Hollanda vai à Copa de 2006
13. Cidade

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Ed Motta – Dwitza 16 dezembro, 2008

Filed under: ed motta — sonidobueno @ 8:42 pm
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Para explicar o espírito de seu novo disco, Ed Motta faz um paralelo com a tradição no preparo do churrasco gaúcho. “A carne só precisa do sal, mais do que isso você já está começando a tirar os elementos naturais dela. Dwitza é mais ou menos assim. É uma espécie de churrasco de música, que soa o mais natural possível”, compara o músico. Essa analogia explica o aviso que aparece no encarte do CD, informando que a dinâmica e as vozes dos instrumentos foram mantidas durante a gravação, a mixagem e a masterização. E que não foram utilizados equipamentos de estúdio como reverberadores, equalizadores e compressores. “Hoje, tecnicamente falando, grande parte dos discos produzidos têm o mesmo som por causa desses equipamentos”, comenta. “Porque as pessoas ficam dentro do estúdio com um analisador de espectro, gravando um disco como se estivessem fazendo um vôo”, diz o cantor, 30 anos, cinéfilo de carteirinha, enólogo, fã de história em quadrinhos, colecionador e garimpador de discos em sebos.

Além desse aspecto técnico, Dwitza é um projeto ousado que expõe a maturidade e a privilegiada cultura musical de Ed Motta. Disco sofisticado e praticamente instrumental – apenas três canções são cantadas: “Valse Au Berre Blanc” (a letra é uma relação de vinhos e queijos), a bossa nova “Doce Ilusão” (escrita por Nelson Motta) e “Coisas Naturais” (parceria com Ronaldo Bastos) – Dwitza sintetiza bem as influências e os gostos musicais do artista carioca. Justamente ele, que no início de carreira – radicalmente ligado ao funk e à soul – repelia outros estilos, especialmente qualquer coisa referente à MPB.

Belo, sofisticado e diferente de tudo o que ele já havia feito (e muito bem, diga-se de passagem!). Assim é Dwitza, um álbum que vai na louvável contramão da indústria e de seus padrões. E que, acima de tudo, confirma Ed Motta como um dos grandes nomes da música brasileira contemporânea.

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01. Um dom pra Salvador
02. No Carrão eu me Perdizes na Consolação
03. Sus-tenta
04. Doce Ilusão
05. Lindúria
06. Valse ou Beurre Blanc
07. Amalgasantos
08. A Balada do Mar Salgado
09. Coisas Naturais ////PLAY////
10. Malumbulo
11. Madame pela Umburgo (No seu teatro dos olhos)
12. Cervejamente Total
13. Papuera
14. Instrumentida

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Sérgio Mendes – Encanto 24 setembro, 2008

Filed under: sérgio mendes — sonidobueno @ 3:32 pm
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Radicado há mais de 40 anos, mais precisamente desde 1964, nos EUA, o maestro, compositor e músico brasileiro de Niterói construiu ao longo de todos esses anos uma sólida carreira internacional, tendo mais de 35 trabalhos na sua discografia.

Grande parte do prestígio alcançado se deve à sua releitura bossa-nova de “Mas que nada”, de Jorge Ben Jor. Grande parte do retorno relativamente recente à mídia também se deve à segunda releitura da mesma música, feita com o Black Eyed Peas e obviamente com roupagem Hip-Hop. A faixa, inclusa no até então mais recente trabalho de Sergio (“Timeless”, 2006), empurrou as vendagens do CD, que também trouxe outras participações de gente como Stevie Wonder, Justin Timberlake e Marcelo D2 entre outros.

“Encanto” repete esta receita aprovada pelo público: a junção de grandes nomes da música internacional e o tempero brasileiro de Sérgio Mendes. No repertório, releituras de Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Burt Bacharach, Gilberto Gil, entre outros. Na lista de convidados, nomes como Natalie Cole, o ídolo latino Juanes, Vanessa da Matta, Gracinha Leporace (esposa do artista) e, claro, Fergie.

O resultado final é altamente positivo, apesar do perfil “música brasileira para gringo ouvir e dançar”. Destaques para a faixa de abertura “The Look of Love”, “Somewhere in the Hills”, “Lugar Comum” e para “Catavento” com interpretação impecável de sua esposa.

“Encanto” consolida o perfil Pop de Sergio Mendes com releituras convincentes e importantes participações especiais.

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01. The Look of Love (Feat. Fergie)
02. Funky Bahia (Feat. Will.I.Am & Siedah Garret)
03. Waters of March (Feat. Ledisi)
04. Odo-Ya (Feat. Carlinhos Brown)
05. Somewhere in the Hills (O Morro Nao Tem Vez) (Feat. Natalie Cole)
06. Lugar Comun (Feat.Jovanotti) ////PLAY////
07. Dreamer (Feat. Lani Hall & Herb Alpert)
08. Morning in Rio
09. Y Vamos Ya (Let’s Go) (Feat. Juanes)
10. Catavento (Catavento E Girassol) (Feat. Gracinha Leporace)
11. Acode (Feat. Vanessa Da Mata)
12. Agua De Beber (Feat. Will.I.Am)
13. Les Eaux De Mars (Waters of March) (Feat. Zap Mama) – Bonus Track
14. E Vamos La (…Let’s Go) – Bonus Track

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Bebeto Alves – Devoragem

Filed under: bebeto alves — sonidobueno @ 1:49 pm
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Longe das câmeras das redes de TV e das rádios comerciais, o cantor e compositor Bebeto Alves dá continuidade à carreira com o lançamento do novo álbum, “Devoragem”. O álbum traz 12 faixas que em alguns momentos apresentam similaridades com um ou outro nome da MPB, mas no final dá para perceber que é o jeito Bebeto Alves de ser.
Músicas calmas e belas como “Tchau” conseguem conviver harmoniosamente com outras que tem a energia do Rock n’ Roll, como “Se Eu Soubesse”. Em vários momentos, ao ouvir o modo de cantar de Alves, vem à mente Caetano Veloso e, às vezes, até Zeca Baleiro. Mas é uma impressão que passa depois de algumas audições.

“O Demolidor” é a ótima faixa que abre o disco. O acordeom na música traz uma melodia que fica na cabeça e tem algo típico do Sul, região de origem do cantor. “Periferia” é um dos momentos em que Caetano, nos tempos de “Fora da Ordem”, é lembrado.

Há duas músicas em espanhol no disco, “Liquido” e “Globalización”. A primeira traz uma carga emotiva muito boa na interpretação de Bebeto Alves. A música é basicamente ao piano, com algumas inserções de percussão eletrônica. Aliás as inserções eletrônicas são marcantes em praticamente todo o álbum. Mas não se trata de batidas eletrônicas, são inserções que ajudam a criar a música e não somente a dar ritmo.

Há espaço no disco para um sambinha na música “Naval”, e um certo ar meio psicodélico em “Osseva”, mostrando como Bebeto Alves consegue tomar diferentes rumos nas músicas.

Fonte

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01. O Demolidor
02. Periferia
03. Liquido
04. Tchau
05. Se Eu Soubesse
06. Devim
07. Pedra Pedrinha ////PLAY////
08. Devoragem
09. Globalización
10. Why?
11. Naval
12. Osseva

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